Terapia de Casal

Por Psicóloga Samira Falcão.
( Estuda Terapia de Casal e Comportamento- Instituto sexualidade Paulista)

Durante o período da faculdade resolvi estudar de forma mais estruturada o amor e as relações humanas. Tema que sempre me chamou atenção.

Toda minha trajetória acadêmica se deu para construir um conhecimento mais elaborado e profundo sobre comportamentos e sentimentos.

Aprendi que o amor não se encontra pronto dentro de nós. A potencialidade e a capacidade para vir a amar sim. É ingênuo supor que saber amar é intrínseco ao ser humano, e pensar assim reduz as relações de amor ao seu nível mais primitivo. (HÉLIO JOSÉ GUILHARDI)

A cada atendimento clinico percebo uma quantidade significativa de pessoas que buscam compreender suas relações, términos ou a ausência de relações. A busca por estabilidade afetiva é uma realidade. A grande dificuldade de identificar o sentimento de amor, e a facilidade de identificar a insegurança me chama atenção em muitos atendimentos.

Amar alguém, em primeira análise, significa reconhecer uma pessoa como fonte real ou potencial para a própria felicidade (INGENIEROS, 1910/1968; SIMMEL, 1993).

Estudar casais dentro da perspectiva da análise do comportamento é entender que que cada indivíduo vai se comportar conforme a equação da sua história atual mais as histórias passadas de relacionamento.

A terapia de casal trata-se de atendimento clinico que tem como objetivo promover dialogo e melhor adequação na dinâmica do casal, abrindo espaço para comunicação mais assertiva e reflexiva, trabalhando comportamentos e alinhando as expectativas.

O que trabalhamos na terapia de casal?
• Ciumes
• Vida sexual
• Dialogo mais funcionais
• Aconselhamento pré-matrimonial
• Estratégias para vida saudável.

Quais motivos levam os casais para terapia?

• Incompatibilidade de ideias.
• Infidelidade
• Expectativas
• Sexualidade
• Transtornos psiquiátricos do parceiro.
• Falta de comunicação.
• Violências (verbais, financeiras, físicas…)
• Brigas excessivas
• Ciúme excessivo
• Redes sociais.

Os temas são discutidos durante os atendimentos, o envolvimento dos dois no processo é importante.

Buscando Terapia de Casal.

( Psicologa Especialista Samira Falcão- Terapia de Casal)

Existe uma procura bastante significativa no consultório buscando atendimento de casal. O tratamento de casais busca minimizar os conflitos e desenvolver com o casal habilidades de manejos de problemas, onde são trabalhadas de forma individual e conjunta.O tratamento segue uma reestruturação de cognições inadequadas, o manejo das emoções durante as situações que são relatas e também em relação ao parceiro, a modificação de padrões de comunicação que podem estar errada( disfuncionais) e o desenvolvimento de estratégias para solução de problemas cotidianos. Outros procedimentos utilizados são as alterações de comportamentos que formam padrões negativamente específicos.

  • Muitos casais brigam porque não conseguem perceber a emoção no outro. É importante tentar entender o que está acontecendo para tomar uma postura.
  • Avaliar o que está errado e como resolver junto com o parceiro na estrategia.
  • Avaliar o pensamento. Importante colocar em cheque o que você está sentindo e identificar o primeiro pensamento que vem na sua cabeça, para quando acontecer uma conversa o sentimento seja de acordo com o problema. Nem de mais, nem de menos.
  • Grau de expressão, a forma que se expressa pode estar relacionada ao aprendizado na infância, quando se expressava exageradamente para ganhar atenção, quanto positivo quanto negativo.
  • Stress no casamento: Nascimento dos filhos, tomada de decisões, educação. Erros comportamento, crenças sobre o parceiro e ao relacionamento, expectativas.
  • Desejo sexual.

A Terapia Cognitiva busca a resolução desses conflitos de maneira mais focada. O grande objetivo é fornecer ao casal habilidades que
possam diminuir os problemas e ter uma relação mais estável e saudável.

 

Mande sua duvida para contato@grupopsicologas.com.br

 

http://vidaeestilo.terra.com.br/videos/crianca-atleta-precisa-de-psicologa-diz-profissional,7775188.html

Participação da Psicóloga Samira no Terra TV

Qual o limite da atividade física a crianças? Participação da Psicologa para Terra TV

  • Clique na frase acima para ver a entrevista.

A Psicóloga do Grupo de Psicólogas, deu uma entrevista para o Canal Terra falando um pouco sobre a infância e quando inserir seu filho em atividades físicas.

Na entrevista vimos que o fundamental é ter um acompanhamento, conversa com o filho(a) se ela gostaria ou não de estar fazendo tais atividades,ter horário pra brincar e ser criança.

As atividades precisam ser positivas e não aversivas.

Elas são importantes para o desenvolvimento social, disciplina e também competição de forma saudável.

 

Por Psicologa Samira Falcão.

A imagem corporal- Distorção de imagem

A imagem corporal é a figura de nosso próprio corpo que formamos em nossa mente, ou seja, o modo pelo qual o corpo se apresenta Schilder (1994)
Existe 3 componentes que envolve o conceito de imagem corporal:
O perceptivo, que se relaciona com a precisão da percepção da própria aparência física, envolvendo uma estimativa do tamanho do corpo e do peso real.

Subjetivo, que envolve aspecto como satisfação com aparência, o nível que se tem com a preocupação e com isso ansiedade a ela associada.

E também o Comportamental, que focaliza as situações evitadas pela pessoa por experimentar desconforto associado totalmente a sua imagem.
Sabemos que as crenças culturais determinam normais sociais que a pessoa tem em relação ao seu corpo.
Como por exemplo, práticas de embelezamento, manipulação, mutilação, fazem do corpo um terreno de significados simbólicos. Mudanças artificiais em seu formado do corpo, tamanho e aparência são comuns em todas sociedades e tem uma importância social, por conta de ser aceito no meio. E com isso se torna extremamente reforçado mudar.
O corpo tem uma função muitas vezes de status social , onde demostram um sinal de mudança.
A nossa cultura discrimina os indivíduos que não são atraentes, numa série de situações cotidianas importantes. Pessoas que estão dentro do padrão recebem mais suporte e encorajamento no desenvolvimento de repertorio cognitivo socialmente seguros e competentes, assim, indivíduos não atraentes, estão mais sujeitos a lidarem com um ambiente mais punitivo. E também não-responsivo ao rejeitador e que desencorajam o desenvolvimento de habilidades sociais e de um autoconceito favorável.
O reforço social refere-se ao processo por meio do qual pessoas internalizam atitudes e comportam-se mediante aprovação dos outros. Como exemplo, um adolescente pode querer seguir uma dieta caso perceba que a mídia glorifica o corpo esbelto e magro e critica as pessoas com excesso de peso.

A modelagem refere-se ao processo em que o indivíduo observa comportamentos de outros e os imita. A sociedade pode ser um modelo de preocupações com as medidas corporais, dietas excessivas, comportamentos não-saudáveis de controle de peso e, em última análise, compulsões alimentares.
Fonte: Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). São Paulo. SP. Brasil.
http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol31/n4/164.html11258834_645935862173127_7360453285103220305_nPsicóloga Samira Falcão – Especialista Cognitiva Comportamental USP

O que pode acontecer com a raiva que sinto? Por que sinto raiva?

( Psicologa Especialista Samira Falcão)

“O ódio paralisa a vida; o amor a mobiliza. O ódio perturba a vida; o amor a harmoniza. O ódio escurece a vida; o amor a ilumina”

Martin Luther King Junior

A raiva está associada a um temperamento agressivamente de reação. De acordo com uma estimativa, 20% dos infartos do miocárdio fatais ocorrem em resposta a um ataque de raiva. Emoções negativas podem ser tão perigosas para o coração quanto fumar, ter uma dieta com teores altos de gordura ou a obesidade.

Brigas com familiares foram às causas de raiva mais frequentes, seguidas por conflitos no trabalho e problemas legais. A raiva que gera o ataque cardíaco pode ter sido precedida por incontáveis episódios desse tipo, refletindo um padrão mal adaptativo de enfrentamento do estresse, que foi desenvolvido ao longo da vida.

A raiva que não se manifesta pode ser tão perigosa para a saúde quanto aquela que é demonstrada. James Pennebaker (1992) desenvolveu uma teoria, baseada na ideia de que conter os próprios pensamentos ou sentimentos requer um trabalho que, com o passar do tempo, resulta em níveis baixos de estresse, e os quais podem criar ou exacerbar doenças.

raivaAs consequências de “passar raiva” e ser uma pessoa que “ tem raiva” pode ser grave. A forma com que lidamos com isso que vai determinar uma vida melhor.

Adultos hostis têm vidas mais estressantes e níveis baixos de apoio social, e com o passar do tempo exerce efeito tóxico sobre a saúde cardiovascular. Pesquisadores verificam que conflitos familiares, desemprego, isolamento social e estresse ligado ao trabalho estão relacionados com risco maior de doenças cardiovasculares.

AMBIENTE DE TRABALHO: o ambiente de trabalho pode ser uma importante fonte de satisfação ou estresse, pois empregos associados a muita exigência de produtividade, carga excessiva de horas extras e demandas conflitavas, acompanhados de pouco controle pessoal, tendem a ser especialmente estressante. Empregos que exigem habilidade e treinamento podem promover doença coronariana, especialmente entre trabalhadores hostis e apressados.

APOIO SOCIAL: o estresse que acompanha o isolamento social e os sentimentos de subordinação são fatores de risco para doenças coronarianas (pacientes que não eram casados e não tinham com quem compartilhar suas preocupações mais intimas tinham três vezes mais probabilidade de morrer nos cinco anos seguintes do que pacientes que tinham um confidente).

REDES SOCIAIS: o fato de ter uma rede social confiável também proporciona proteção contra a morte por doença coronariana.

Pessoas com pouco apoio podem não se cuidar tanto quanto aquelas que têm alguém para lembrá-las de fazer exercícios, comer com moderação ou tomar remédios.

A hostilidade e a raiva também estão relacionadas com o consumo excessivo de álcool e cafeína, com maior consumo de gordura e calorias, com colesterol elevado, com pouca atividade física, com aumento da massa corporal, com hipertensão, com problemas para dormir e com falta de adesão a regimes médicos.

Muitos pesquisadores acreditam que o estresse, a hostilidade e a raiva agem lentamente durante alguns anos até prejudicarem as artérias e o coração. Quando liberamos a nossa raiva, nosso pulso acelera, o coração bate com mais força, o sangue coagula mais rapidamente.

A terapia cognitiva comportamental vai trabalhar desenvolvendo os sentimentos, pensamentos e também a forma de lidar com o meio ambiente. Desenvolvendo principalmente habilidade de lidar com o problema